Ficha de visitante da célula
A ficha de visitante do PGM pede nome, WhatsApp e, se a pessoa quiser, endereço, número e complemento. Ela escolhe uma célula ou pede para ser direcionada. O modelo para baixar repete esses campos em branco. Não há depoimento nem dado de pessoa real no arquivo.
Para que serve uma ficha
Visitante que passa pelo culto ou pela célula e não deixa um contato volta para o anonimato na terça-feira. A ficha existe para o líder saber o nome, o WhatsApp e, quando a pessoa autoriza, um endereço que ajude a indicar a célula mais próxima. No PGM isso não precisa ser papel. A página pública da igreja faz o mesmo trabalho, e o QR Code leva a pessoa até ela. O papel continua útil quando o culto está lotado, a internet caiu ou alguém prefere escrever à mão e entregar na porta.
O modelo deste guia não inventa campos. Ele copia o formulário público: nome, WhatsApp, endereço da rua, número, complemento e a célula escolhida. Há uma linha extra de observação da igreja, marcada como o que ela é: anotação interna, não pergunta do formulário. Não coloque essa linha na cara do visitante como se o aplicativo a exigisse.
Os campos, um a um
Nome. O nome pelo qual a pessoa quer ser chamada. O formulário exige o preenchimento. Na página, o exemplo visual é só um placeholder. Não trate placeholder como pessoa cadastrada.
WhatsApp. É o telefone de contato. A página formata o número enquanto a pessoa digita e avisa, no texto de consentimento, que ela concorda em ser contatada por WhatsApp pelo líder da célula. Sem esse número, a ficha quase não serve. Não peça o telefone de um parente no lugar, a menos que a própria pessoa peça isso.
Endereço, número e complemento. São opcionais. O texto da tela diz que o endereço ajuda a indicar a célula mais próxima. Há busca de endereço por sugestão, para gravar coordenadas, e o número pode refinar o ponto. Complemento cabe apartamento ou bloco. Se a pessoa não quiser informar onde mora, o pedido segue sem isso. Ela ainda pode escolher a célula pelo nome, ou tocar em “não sei qual escolher” para o pastor direcionar.
Célula. A pessoa vê as células publicadas e escolhe uma, ou pede direcionamento. O líder da célula escolhida recebe o pedido. Por isso célula sem líder, ou célula que já multiplicou e mudou de endereço, não deveria continuar publicada. O guia de multiplicação fala dessa atualização.
O que não está no formulário. Não há CPF, estado civil, renda, nome de igreja anterior nem “como conheceu”. A política de privacidade diz que o aplicativo coleta o necessário. Se a sua igreja quer mais dados, essa é uma decisão dela como controladora, com base própria, fora deste modelo. Não acrescentamos esses campos aqui para não parecer que o PGM os pede.
Depois que a ficha chega
O pedido nasce com o estado pendente. Quem cuida do fluxo pode passar para contatado, agendado, atendido, sem interesse ou sem resposta. Cada mudança pode guardar uma nota e entra num histórico com data e pessoa. “Atendido” significa que a igreja respondeu ao pedido, não que a pessoa virou membro. A conversão em membro é uma ação separada, com célula definida.
Combine na escala quem olha pedido novo. Um dia útil é um prazo humano razoável e é o mesmo prazo que a página de contato publica para mensagem institucional. Visitante de culto não deveria esperar a reunião da semana que vem para receber um olá. A primeira mensagem confirma o nome, diz qual célula foi escolhida e oferece o horário. Não mande áudio longo para alguém que só deixou o número.
Se a ficha foi de papel, alguém precisa digitar no aplicativo ou o dado mora no bolso do obreiro. O CSV existe para essa passagem: uma linha por pessoa, com as colunas nome, whatsapp, endereco, numero, complemento, celula e observacao. A primeira linha do arquivo é só o cabeçalho. Não há linha de exemplo, de propósito. Preencha com dados reais só no seu computador, e não publique a planilha preenchida.
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Papel no culto, página no celular
Use os dois sem duplicar a pessoa. Se ela preencheu o QR Code, não peça para preencher o papel de novo. Se ela preencheu o papel, não peça para ficar na fila do QR. O líder confere, no fim do culto, se cada papel tem nome e WhatsApp legíveis. Ilegível é ficha perdida. Número sem DDD também se perde. A página pública já mascara o telefone enquanto a pessoa digita. No papel, deixe um exemplo de formato ao lado do campo, sem usar número verdadeiro: o próprio aplicativo mostra o formato com noves, não um telefone de alguém.
Criança e adolescente: a política diz que o PGM é destinado a maiores de 13 anos, e que o cadastro de menor como membro da célula depende de consentimento de pais ou responsáveis, sob responsabilidade da igreja. A ficha pública não é o lugar de cadastrar criança sozinha. Se um menor entregar papel, envolva o responsável antes de criar qualquer registro.
O que falar na primeira mensagem
Um texto curto basta. Diga seu nome, o nome da igreja, que você viu o pedido para a célula tal e pergunte se a pessoa quer ir na próxima data, que já está na agenda. Não prometa vaga, não prometa que a vida dela vai mudar, não mande preço de plano. O Starter de R$ 97 por mês é assunto da igreja que contrata o sistema, não do visitante. O visitante não assina o PGM. Ele vai a uma casa.
Se a pessoa não responder, o estado “sem resposta” existe para isso. Tentar uma segunda vez é cuidado. Tentar dez vezes é pressão. A nota do histórico serve para o próximo líder saber o que já foi dito, quando a escala trocar quem acompanha.
Como a ficha conversa com o relatório
Pedido na página pública e visitante adicionado na hora da reunião são caminhos diferentes. O primeiro tem WhatsApp e fluxo de estados. O segundo entra na chamada da noite como visitante, pelo botão do relatório. Se a pessoa fez os dois, não a cadastre duas vezes como se fossem duas visitas. Confirme que é a mesma e siga um fluxo só. O relatório marca que ela esteve na sala. O pedido marca que ela pediu contato. Os dois juntos contam a história sem número inventado de “decisões”.
Não use a ficha como lista de prospecção para outra finalidade. Os Termos vedam usar o serviço para spam. O consentimento mostrado na página é para o líder da célula entrar em contato por WhatsApp. É esse o uso.
Baixar e imprimir
O CSV está em /seo/downloads/ficha-de-visitante.csv. A versão para impressão está em /seo/downloads/ficha-de-visitante.html. Os dois são modelos vazios. A página de impressão pede para não ser indexada como conteúdo separado: o texto que explica a ficha é este guia.
Se um campo do aplicativo mudar, o modelo precisa mudar junto. Até lá, estes são os campos que o formulário público realmente envia, além da célula escolhida e das coordenadas quando o endereço foi selecionado na busca.
Perguntas frequentes
Quais campos a página pública pede hoje?
Nome, WhatsApp, endereço (opcional), número e complemento. A pessoa escolhe uma célula ou pede para ser direcionada. O modelo para download repete esses campos e deixa observação em branco.
Posso pedir CPF ou estado civil na ficha?
O aplicativo não pede esses dados no formulário público. A política de privacidade diz para coletar só o necessário. Se a igreja quiser mais dados, isso é decisão dela como controladora, fora deste modelo.
O que acontece depois do envio?
O pedido nasce pendente. O líder ou pastor pode marcá-lo como contatado, agendado, atendido, sem interesse ou sem resposta, e registrar o histórico de contato.